sábado, 24 de setembro de 2011

ERA UMA VEZ UMA OVELHINHA CHAMADA ANÔNIMA...


Desde o pólo norte até o deserto,
Seguindo a maioria sem questionar,
Junto às outras lanudinhas
Anônima ia em todo tempo e lugar.

Salada de giló com nicotina
E um gole de pinga pra misturar
As ovelhinhas comiam e bebiam
E junto delas Anônima, sem indagar

A consequência era o vômito, o mal estar...
Mas o que ela fazer poderia,
Se sempre às outras seguia
Sem pestanejar?

A vida era assim,
Todos os dias,
Sem nenhuma opinião própria
Para expressar

Chegou o grande dia
E todas iriam pular
Para o precipício
Com todos os vícios,
A Legião expulsar

Mas e agora?
Pula, se esfola?
Ou pode evitar?

Helenicamente,
Age Anônima,
depois de teorizar

Béééééééééééééééééééééééé´!
Vividamente, explode Anônima
Depois de não imitar

Sai da caverna ,
Na realidade inteligível
Vai se edificar.

Construir o próprio caminho,
Sem determinismos mais aceitar

Mais um Bééééééééééééééééé´!
Pois se direciona agora, Anônima
pra onde  refletidamente,
Decide que Quééééééééééééééé!

Texto: JOSMAZAR

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